Aumenta o número de Mulheres que praticam Motocross

Mulheres tem se tornado cada vez mais adeptas desse esporte radical, confira!

O motocross é um esporte que tem conseguido cada vez mais adeptos e principalmente adeptas. As mulheres tem se tornado um público cada vez maior de praticantes desse esporte que é sucesso no mundo inteiro. Vamos falar um pouco de como ele funciona e mostrar como as mulheres tem conquistado seu espaço dentro dele.

O que é o Motocross

mulheres motocross

Indo direto ao assunto, o Motocross é uma modalidade esportiva que consiste, basicamente, na motovelocidade sobre veículos do tipo off-road. Pode ser praticado por homens, assim como pode ser praticado por mulheres. As competições são realizadas em espaços abertos. Os objetos usados, além do meio de transporte, são equipamentos que garantam a proteção e a seguranças dos competidores, bem como botas,  luvas e capacetes. As entidades reponsáveis pela promoção e pela manutenção de grandes eventos envolvendo esse esporte são a FIM, Federação Internacional de Motociclismo, e a CBM, Confederação Brasileira de Motociclismo.

Mulheres no Motocross

Busca pela emoção, exercício, contato com a natureza: os motivos que tem levado as mulheres a este esporte antes apenas ocupado pelos homens são vários. Abaixo, alguns destaques na modalidade, que cresce a cada dia. O motocross é um esporte de adrenalina, para praticá-lo é preciso força e coragem para encarar as trilhas desafiadoras dos circuitos mundiais. Mas quem acredita que mulheres e motocicletas não combinam, vai mudar de ideia com ao conhecer os nomes mais famosos do motocross internacional. Desde que surgiu em 2008, o FIM Women’s Motocross World Championship consagrou campeãs e abriu espaço para as mulheres nas categorias mundiais.

Um dos mais famosos nomes do motocross feminino, Stephanie Laier já foi vencedora do FIM Women’s Motocross World Championship, competindo pela KTM. Stephanie compete na categoria enduro desde 2001 e é uma inspiração para pilotos do mundo todo.

Stephanie_LAIER

 

Nancy van De Ven é uma das mais novas competidoras a se destacar no motocross. De origem holandesa, já tirou prata e bronze no FIM Women’s Motocross World Championship e é a grande aposta para competições futuras.

Nancy Van de Ven

O “Rímel à prova de lama”, nome do grupo das amantes do motocross amador, teve início em 2014 e já reúne mais de 20 integrantes somente no Espírito Santo.A iniciativa do grupo de trilheiras já rende bons frutos.

rimel lama

Neste fim de semana, na segunda edição do evento organizado pelo ‘Rímel à prova de lama’, mais de 50 mulheres se inscreveram para correr no evento que reuniu mais de 400 trilheiros. O encontro atraiu mulheres também dos Estados de São Paulo e Minas Gerais.

Profissionais ainda reclamam da falta de apoio

A situação, porém, está longe de ser glamourosa. Patrocínio é incomum entre as meninas. A maioria vai para as etapas de trailer, bancadas por “paitrocínio”. E o cenário ficará ainda pior no futuro. Se na Bulgária, as mulheres competiam na mesma cidade em que rolava o campeonato principal do Motocross, com as categorias MX1 e MX2 (ver quadro), na próxima etapa elas dividirão a pista com a categoria dos veteranos e a MX3. “Essa mudança vai deixar ainda mais difícil encontrar patrocínios”, lamentou Larissa Papenmeier, alemã vice-campeã da etapa.

Conclusão

E aí? Sem empolgou em praticar esse esporte radical?

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